sexta-feira, 8 de abril de 2011

INTRODUCING J.J.

Assim como Beyoncé tem sua Sasha Fierce, Bruce Waine tem seu Batman - que os conferem força, poder e porque não, uma certa invencibilidade, eu sou mais como o Superman (não, não pretendo fugir com a Mulher Maravilha), que tem seu Clark Kent. Eu tenho Janaina J., uma espécie de alter ego. Janaina, até pouco tempo atrás, não tinha sobrenome, mas eu adoro a sonoridade do "Djei-djei" da agente do FBI Jeniffer Jareau na série Criminal Minds, que por sinal, eu adoro. Dai coloquei o jota no final, não que isto importasse muito.

Alter egos são mais fáceis de explicar na literatura ou na política. É algo como uma transferência de responsabilidades, para você mesmo ou para outra pessoa. Na psicologia, numa linguagem bem xurebinha - até porque meus conhecimentos não me permitem ir além disso - quando alguém nos vê, este alguém percebe aquilo que queremos mostrar e também nossa persona alternativa, aquilo que ocultamos. Esta parte mais interna, seria nosso alter ego (ode ao Google neste momento). É praticamente um eu-disfarçado-de-mim-mesma.

Retomando, Clark Kent, ao contrário do Superman, tem aspectos limitados, frágeis. Por intermédio de Janaina, eu me permito errar, não dar conta de tudo, perder o controle e as estribeiras, fazer uma grosseria de vez em quando e, nem tão raro assim, usar de uma ironia fina quase que sarcástica. E olha só o que eu achei no site significadodossonhosdotcom: Janaina, além de ser um dos nomes de Iemanjá, também indica alguém que, inicialmente, parece arrogante e esnobe, mas revela-se uma personalidade bondosa e protetora. Então tá!

Portanto, doravante as histórias serão contadas por Janaina J., que servirá para representar outras pessoas também. Calma, não é como no filme Identidade (2003. Se eu explicar, perde a graça. Vai que você quer assistir), apenas contarei por ela uma memória não fidedigna de alguém que talvez não tenha sido inventado.

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